Únicos

“Porém o povo não quis ouvir a voz de Samuel; e disseram: Não, mas haverá sobre nós um rei. E nós também seremos como todas as outras nações; e o nosso rei nos julgará, e sairá adiante de nós, e fará as nossas guerras” (1 Samuel 8:19,20).

Estudos mostram que quando uma determinada equipe de futebol está vencendo torneios e campeonatos ela agrega em seu grupo de novos torcedores muitos meninos entre 7 e 12 anos.
A adesão deve-se ao fato de que primeiro ninguém quer torcer para um time que esteja perdendo e segundo porque a pressão do grupo faz a garotada desejar “ser como os outros”.
A nação de Israel passou por essa experiência: queriam um rei, exatamente como as outras nações.
Eles se recusaram a ouvir o profeta e sacerdote Samuel, queriam fazer as coisas como todas as outras nações faziam.
Mas, esse não é um problema dos “meninos” que trocam de time, também não é um problema apenas da histórica nação de Israel…
Na verdade é o nosso problema!
Como indivíduos somos tentados a seguir as modas impostas, grifes, marcas, lugares, etc..
Como igreja, corremos o risco de desejar clonar as igrejas que parecem mais bem sucedidas.
A história de Israel nos mostra que a escolha deles os levou a muitos problemas e a experiência dos meninos que abraçam novos times a cada nova competição é que quem ganha hoje pode perder amanhã.
Por isso, se desejamos ser verdadeiramente bem sucedidos na vida não devemos buscar copiar o outro, mas encontrar nossa singularidade em dons e talentos.