“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento” (Provérbios 3:5).
As palavras mais comuns no vocabulário infantil são: Não e por quê.
‘Não’ é mais comum logo nos primeiros anos.
‘Por quê’ já é mais comum quando a criança está consciente de que alguém está colidindo com seus planos, os pais lhes dão uma ordem e lá vêm eles com “Por quê?”.
Implícito está o fato de que não concordam com a ordem.
Nós muitas vezes agimos como crianças em relação a Deus.
Quando sabemos que a vontade de Deus nos contraria, dizemos: Não!
E, outras vezes, quando esta colide com as nossas, perguntamos: “Por quê?”.
Jó fez a mesma coisa utilizando-se de perguntas de retórica:
“Por que não morri eu na madre? Por que não expirei ao sair dela?”.
Por que houve regaço que me acolhesse? (uma referência aos joelhos do pai onde eram colocados os recém nascidos).
Jó sentia-se acuado por suas circunstâncias e questionou a Deus.
Deus nunca apresentou a Jó Suas razões, mas, cuidadosa e bondosamente, o ensinou sobre Sua soberania e sabedoria.
No final das contas, Jó se arrependeu de ter perguntado “por quê?”.
Todos nós também entenderemos que os caminhos de Deus são sempre mais sábios e melhores que os nossos e, quando chegarmos lá, também nos arrependeremos de ter perguntado “por quê?”.
