Cristo em nós
“O fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22, 23).
É importante diferenciarmos fruto de obras.
Considere: uma máquina numa fábrica realiza a “obra” de tornar matéria-prima em produto, mas nenhuma máquina pode produzir um fruto, nem mesmo uma jabuticaba ou uma amora.
O fruto nasce da seiva vital, é resultado de vida.
Neste texto é o Espírito de Deus que produz este fruto (Gálatas 5:25).
Quando pensamos em obras, pensamos em mero esforço humano, em trabalho, dedicação; por outro lado, quando pensamos em fruto, pensamos na beleza do milagre da vida, que no silêncio da discrição desdobra-se e manifesta-se.
Biblicamente, o mero esforço humano produz obras, porém mortas (Hebreus 9:14), já o fruto
do Espírito carrega em si vida.
Assim como no mundo natural os frutos carregam semente para produzir ainda mais fruto, no mundo espiritual o fruto também produz vida (Gênesis 1:11).
Amor produz mais amor, alegria produz mais alegria, paz produz mais paz.
Ser cristão não é seguir uma série de regras; aliás, legalismo produz obras mortas, mas o relacionamento verdadeiro com Cristo produz vida.
O chamado de Deus para nossas vidas não é religião, é relacionamento!
Apenas quando nos envolvemos com Deus em profundo relacionamento é que veremos o fruto brotar em nossas vidas.
