Cuidado com os pequenos detalhes
“Quanto o oriente está longe do ocidente, tanto tem ele afastado de nós as nossas transgressões” (Salmo 103:12).
Os destroços do Titanic foram localizados 73 anos depois da tragédia, pela equipe de Robert Ballard em 1985.
O navio jazia parcialmente enterrado na lama a 3,8 km de profundidade.
Suas descobertas demoliram teorias consagradas sobre o desastre.
Desde 1912 acreditava-se que o iceberg abrira um enorme rasgo, de até 90m, no costado do navio.
Mas Ballard descobriu que o dano no casco causado pelo iceberg foi pequeno – apenas seis pequenas aberturas cobrindo pouco mais de um metro quadrado ao longo do flanco de estibordo.
O navio não afundou pelo tamanho das fissuras, mas devido à localização delas – diretamente sobre seis comportas estanques que eram essenciais à flutuação.
Tal qual o Titanic, muitas vezes o que nos está afundando não são os grandes rombos.
Em Cantares 2:15, o autor nos avisa dos riscos das pequenas raposas que destroem as vinhas.
Muitos casamentos e endividamentos não são resultados de grandes coisas, mas do contínuo acúmulo de pequenos deslizes.
Muitos que se esfriam espiritualmente não o fizeram por conta de escândalos indizíveis, mas de pequenos e secretos pecados.
A boa notícia é que não precisamos terminar assim.
Podemos pedir o perdão e ajuda de Deus e triunfarmos sobre as pequenas coisas que tanto nos aborrecem.
