“Não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor” (Efésios 5:17).
A vontade de Deus pode significar o Seu governo, Sua habilidade de governar todas as coisas, Deus é o Senhor da história, ninguém pode detê-lo ou frustrar Seus planos (Daniel 4:35-36).
Por outro lado, também podemos estar falando do desejo de Deus (1 Tessalonicenses 4:3; 5:18).
Este é o desejo de Deus e quando o compreendemos, nós nos rendemos a esta vontade.
Este não é apenas um ato do governo de Deus, mas é a revelação do que Deus deseja, então nós passamos, à luz do desejo de Deus, a cumprir o que Deus deseja.
Mas a vontade de Deus também pode expressar a Sua providência (Atos 18:21).
Neste texto temos o apóstolo Paulo diante da conclusão da sua segunda viagem missionária e os irmãos com grandes expectativas para que Paulo ficasse entre eles (v. 20), mas Paulo, diz: “Se Deus quiser”, ou seja, se as coisas caminharem nesta direção, se de acordo com a providência divina eu conseguir retornar, eu voltarei.
Há um outro aspecto importante quando falamos a respeito de vontade de Deus: a Sua preferência, o que Deus prefere diante de uma situação (Êxodo 18:15,16).
Moisés diz que diante de determinadas circunstâncias há a preferência de Deus, e esta preferência é que Moisés precisava expressar para o povo que vinha interrogando-o a respeito do que era a vontade de Deus.
