Não olhe para as circunstâncias
“Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura” (1 Coríntios 2:14a).
Quando pensamos em felicidade nos guiamos pela sabedoria convencional.
Mas, Jesus nos apresenta em Lucas 6 quatro realidades de felicidade abundante aos seus discípulos que tem uma abordagem da vida completamente diferente.
Ninguém entende esse ensinamento, a menos que verdadeiramente seja discípulo de Jesus!
Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus.
Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome, porque sereis fartos.
Bem-aventurados vós, os que agora chorais, porque haveis de rir.
Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem…, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem.
Deveríamos tomar essas palavras de Jesus em termos absolutos e afirmar que Jesus está exaltando a pobreza e condenando a riqueza?
Ou que os famintos são mais virtuosos que os abastados?
Ou ainda que devemos buscar a tristeza como virtude?
E provocarmos a antipatia das pessoas a fim de termos uma recompensa celestial?
Claro que não! Jesus teve discípulos ricos; Jesus ama os ricos e os pobres.
Jesus não supervaloriza a privação alimentar (Ele multiplicou pães e peixes para alimentar a multidão faminta).
Ele devolveu os filhos mortos de mães viúvas a fim de que não chorassem mais.
Ele próprio tinha boa fama e boa reputação entre as pessoas. Então, o que Ele quer dizer?
Que a verdadeira felicidade é fruto de nosso relacionamento com Deus e não de nossas circunstâncias.
