“O Senhor me livrará também de toda obra maligna e me levará salvo para o seu reino celestial” (2 Timóteo 4:18a).
Enquanto escrevia sua segunda carta ao jovem aprendiz Timóteo, no capítulo 4, uma cortina se fecha sobre a vida de Paulo, e, o que aconteceu depois disso é um debate que dura 2.000 anos.
A maior probabilidade é que ele tenha sido decapitado em Roma sob as ordens de Nero.
O que tinha Paulo em mente no final de sua vida?
O que tinha ele em mente diante do pouco tempo que lhe restava?
É muito significativo o fato de que suas últimas palavras:
1. Foram recheadas do Salmo 22, aliás, o mesmo Salmo que estava nos lábios de Jesus por ocasião de Sua morte.
2. Foram recheadas de pessoas:
a) Demas, um amigo que o abandonou durante um momento de necessidade, porque amou mais a este mundo;
b) Crescente, Tito e Tíquico, que naquela ocasião serviam a Jesus em outros lugares;
c) Lucas que ficou com ele confortando-o na prisão;
d) Menciona com tristeza Alexandre, o latoeiro, homem que se opôs ferozmente
à pregação do Evangelho;
e) Envia saudações a amigos distantes, e saudações de outros amigos a Timóteo;
f) Agradece a Deus por ter estado com ele durante seu julgamento, quando todos o abandonaram.
E expressa sua esperança celestial.
Isso mesmo.
O livramento que o apóstolo esperava era o céu e não a terra!
