Eu, tu, ele, nós

Eu, tu, ele, nós

“Nada façais por partidarismo, ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo” (Filipenses 2:3).

Algumas vezes estamos tão focados naquilo que queremos, que nos esquecemos de considerar o que Deus quer.
Deus não apenas deseja que consideremos se algo é bom para nós individualmente, mas também se é bom para outros que estão à nossa volta.
Uma ênfase distorcida no “eu” também cria uma visão distorcida do “outro”.
Muitos, se não todos os grandes problemas e desafios para o homem moderno, estão calcados sobre estas distorções.
Os desequilíbrios ecológicos, sociais e econômicos, estas deformidades devem-se à idolatria do “eu”.
Não causa admiração que o apóstolo Paulo tenha constantemente desafiado os cristãos a não viverem para si mesmos, mas considerarem o próximo.
Seguir a Cristo implica em fazer parte de uma comunidade que considera como suas ações podem afetar os outros.
“Ninguém busque o seu próprio interesse; e, sim, o de outrem” (1 Coríntios 10:24).
A ideia dessa passagem não é o que faremos de bom aos outros, mas como nossas ações afetarão a outros.
Devemos considerar em nossa tomada de decisão não apenas o que é bom para nós, mas como este bem estar impactará a vida do outro.
Um conceito simples, mas revolucionário.
Seja nos negócios, seja em casa ou na igreja, pergunte-se: Como esta decisão afetará a outros?

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