“Fugi da impureza… Aquele que pratica a imoralidade peca contra o próprio corpo… Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1 Coríntios 6:18, 20).
É triste admitir, mas vivemos numa sociedade promíscua e pornográfica.
Os programas de TV estimulam o sexo livre e depois querem apresentar programas para reduzir os males das doenças sexualmente transmissíveis.
Muitos pensam que sexo é um tipo de diversão que não causa dano a ninguém.
Sexo livre, isto é, fora dos limites da vida conjugal, causa danos espirituais e estudos comprovam que pode causar inclusive depressão severa.
Uma pesquisa realizada pela Universidade do Tennessee identificou uma correlação entre sexo ilícito e severos problemas emocionais entre mulheres jovens.
Como se isso não fosse suficiente, há ainda a chamada gravidez indesejada entre adolescentes, os abortos clandestinos, as crianças abandonadas como cães vira-latas.
Sexo não é um brinquedo, é um dom, um presente que Deus oferece à humanidade para que seja desfrutado dentro do casamento.
Sexo ilícito faz mal?
A resposta é sim.
Nunca me esquecerei da visão que tive de uma jovem mulher, mãe e infectada por HIV, o transmissor, seu próprio marido.
Naqueles dias incurável, ela e o marido faleceram e as filhas ficaram com um fardo amargo em seus corações de revolta e saudade.
Sexo livre faz mal?
Sim.
