“Então alguns dos fariseus diziam: Este homem não é de Deus, pois não guarda o sábado. Diziam outros: Como pode um homem pecador fazer tais sinais?” (João 9:16).
Essa é uma passagem extraordinária.
Jesus faz um milagre, ele dá a vista a um homem cego de nascença.
É verdade que Jesus usou de um expediente, para nós, no mínimo estranho; provavelmente consideraríamos falta de higiene.
Naqueles dias era uma crença comum que as pessoas importantes – reis, mestres, sábios – tinham poder miraculoso na sua saliva.
Assim, Jesus cuspiu no chão, fez um pouco de lama, colocou nos olhos do homem e o enviou para o tanque de Siloé; ele lava os olhos e começa a enxergar.
Extraordinário!
Mas o texto nos diz que era sábado. Jesus fez um milagre, um cego de nascença foi curado…
Mas era sábado.
E os líderes religiosos da época não suportaram aquela notícia.
Eles não se importavam que aquele milagre era algo excepcional, o mais importante era sua ‘regrinha’ religiosa, suas tradições, seus costumes.
Diziam: como ele pode fazer um milagre desses no sábado?
E nós, com nossos costumes e tradições?
Temos dado mais importância às pessoas ou às nossas regras?
Não estou falando de princípios morais, mas de regras, preconceitos que muitas vezes nos impedem de demonstrar amor às pessoas.
Faça um auto-exame e disponha-se a amar acima de tudo.
