“Então apregoei ali um jejum junto ao rio Aava*, para nos humilharmos diante da face de nosso Deus, para lhe pedirmos caminho seguro para nós, para nossos filhos e para todos os nossos bens” (Esdras 8:21).
As razões para o jejum voluntário no escopo geral da Bíblia, incluindo o Antigo (AT) e o Novo Testamento (NT), podem ser divididas em cinco áreas:
1) Sinal de lamento e luto;
2) Sinal de arrependimento e busca de perdão;
3) Sinal de investimento em oração;
4) Sinal da presença de Deus e Sua provisão;
5) Sinal de adoração cerimonial pública.
Certamente o jejum não é um tipo de greve de fome em que se procura forçar Deus a agir, mas deveria ser a consequência de nossa dedicação à oração.
A oração deveria ser um tempo tão profundo e tão focado que até esqueceríamos da hora de comer.
Oração deve ser intensa e intencional.
Deus respondeu a Esdras, Ele também nos responderá!
*Aava, segundo a Bíblia, era um rio localizado na antiga Babilônia, mais precisamente ao noroeste da cidade.
Foi o local usado pelo escriba
Esdras para ajuntar os judeus, antes de realizar
sua jornada para Jerusalém.
