Oração profética
“Então orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. Não há santo como o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus” (1 Samuel 2:1, 2).
“Então orou Ana, e disse: O meu coração exulta ao Senhor, o meu poder está exaltado no Senhor; a minha boca se dilatou sobre os meus inimigos, porquanto me alegro na tua salvação. Não há santo como o Senhor; porque não há outro fora de ti; e rocha nenhuma há como o nosso Deus” (1 Samuel 2:1, 2).
A oração de Ana é uma oração profética!
Mas, deixe-me explicar o que não quero dizer com isso.
Não quero dizer que ela proclamou positivamente seus desejos pessoais, não quero dizer que ela organizou algum tipo de “ato profético” como alguns tem feito hoje inadvertidamente.
Não, sua oração foi profética no sentido em que ela ora, ela declara as realidades da Lei de Deus e as esperanças messiânicas.
Num contexto social fortemente masculinizado, a oração de Ana é uma mensagem de Deus, pois ela não ora suas próprias Palavras.
Ora a palavra de Deus e as promessas de Deus.
Nesse sentido todos podemos orar “profeticamente”, quando colocamos em nossos lábios os textos da própria Palavra de Deus, fazendo dessas, as nossas palavras.
