Profetas contra o erro
“Tomara houvesse entre vós quem feche as portas, para que não acendêsseis, debalde, o fogo do meu altar. Eu não tenho prazer em vós, diz o SENHOR dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a oferta – Oxalá que houvesse entre vós quem feche as portas, para que não acendêsseis debalde o fogo do meu altar. Eu não tenho prazer em vós, diz o Senhor dos Exércitos, nem aceitarei da vossa mão a vossa oferta” (Malaquias 1:10).
Em Malaquias 1 percebemos que Deus não estava satisfeito com a adoração daquele povo.
E há um aspecto muito importante que é a conivência presente nesse texto.
Tudo indica que eles estavam fazendo algo errado.
Eles não estavam honrando a Deus, estavam desprezando a Deus com o tipo de oferta que Lhe faziam.
E as pessoas fechavam os olhos para esse comportamento.
“Tomara” expressa um desejo.
Como seria bom se houvesse alguém que fechasse as portas.
“Tomara que alguém fechasse as portas do templo”, porque o sacrifício que estava sendo oferecido ali era desagradável a Deus!
Esse é um indicativo de que não havia um sacerdote sequer livre da corrupção.
Todo sistema religioso do templo estava contaminado e a conivência estava acontecendo.
Na história da Igreja de Cristo, encontramos muitos episódios de conivência.
Conivência com o erro, com a corrupção eclesiástica.
Mas, para que essa corrupção não continuasse sendo alimentada dia após dia, Deus levantou homens que bradaram com vozes proféticas.
E esses homens se ergueram contra toda a conivência com o erro, a fim de que essa não fosse alimentada.
Que sejamos hoje esses homens e mulheres que ergam vozes proféticas contra o erro.
