Quem pecou?

Quem pecou?

“Caminhando Jesus, viu um homem cego de nascença, e os seus discípulos perguntaram: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?” (João 9:1,2).

Em João 9:1-12, encontramos o autor insistindo sobre a questão de que o povo de seus dias deveria reconhecer a Luz do mundo, Cristo, como sendo o Iluminador da Graça de Deus.
O apóstolo, apesar da sua insistência, continuava vendo, vezes após vezes, a rejeição da Luz Divina.
Então ele apresenta uma história muito significativa.
Vale a pena ler com atenção a passagem citada acima que nos conta a história de um homem cego de nascença.
No versículo 2 temos o ponto chave dessa passagem.
A definição de moralidade para os judeus, era resumida em uma simples fórmula.
Aqueles que faziam o que era certo eram recompensados, aqueles que faziam o que era errado eram punidos.
Os judeus da época criam que uma pessoa poderia pecar ainda no ventre materno.
Outros acreditavam que as almas eram preexistentes, aguardavam a chance de receberem um corpo.
Nenhuma dessas posições encontra apoio nas Escrituras.
O homem cego não era para ser visto como o objeto do impacto do pecado sobre a sua vida, mas sim como o objeto da demonstração do poder e do amor de Deus.
Quantas vezes isso é verdade para nós.
Quantas vezes a dor faz com que enxerguemos melhor a bênção de Deus!
A tragédia pode se tornar um grande cenário para a bênção de Deus.

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