“Então, disse o Senhor Deus: Eis que o homem se tornou como um de nós…” (Gênesis 3:22).
Nós aprendemos progressivamente…
Aprendemos um instrumento a partir de sua mais básica simplicidade e progredimos até atingirmos o mais sofisticado de sua complexidade.
A revelação de Deus à humanidade também é assim…
O início, a revelação da existência de um Deus poderoso criador de todas as coisas até a revelação de que ele é pai, companheiro e salvador.
Não que estas informações não estejam no início, mas estão implicitamente reveladas, porque não estamos prontos para a revelação explícita total.
Uma revelação bíblica que segue este padrão é a trindade.
Desde o início da Bíblia aprendemos que há uma pluralidade de pessoas, como por exemplo: Gênesis 1:26 – “Façamos o homem à nossa imagem conforme nossa semelhança”.
Em Isaías 6:8 – “A quem enviarei quem há de ir por nós?”.
Uma combinação de plural com singular…
Inclusive mesmo o famoso Shemá, a proclamação da crença fundamental do Judaísmo: Ouve, ó Israel, o teu Deus é o único Deus (Deuteronômio 6:4).
A palavra ‘único’ é usada para descrever unidades compostas e não unidades simples, aliás o hebraico teria uma palavra para descrever uma unidade simples, mas não o fez.
Por quê?
Porque na progressão da revelação divina, Ele está desde o Antigo Testamento revelando que Deus existe como mais de uma pessoa.
