A promessa da presença espiritual
“Filhinhos, ainda por um pouco estou convosco. Vós me buscareis, e o que eu disse aos judeus, eu o digo a vós também agora: Para onde eu vou vós não podeis ir” (João 13:33).
Nessa passagem Jesus estava anunciando aos discípulos que iria embora e que eles não poderiam acompanhá-lo.
Uma referência à Sua morte, ressurreição, ascensão e glorificação na presença de Seu Pai.
Como será que os discípulos se sentiram?
‘Agora que Jerusalém está em polvorosa o Senhor vai embora’?
Em situações como essa o coração se torna turvo, escurece, torna-se opaco.
Põe-se em desordem, agita-se, transtorna-se, perturba-se, inquieta-se, desassossega-se.
Porém as palavras de Jesus no versículo 16, capítulo 14 do Evangelho de João, explicam a promessa da presença espiritual: “Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que esteja convosco para sempre”.
O que Jesus quis dizer: Rogarei: como um sacerdote que nos representa;
Outro: outro igual a Mim; Consolador = ajudador, encorajador, fortalecedor, defensor.
No mundo grego, ‘consolador’ era um termo usado para descrever uma testemunha de defesa, um advogado, um especialista, um conselheiro, um encorajador quando um soldado se sentia abatido.
Aquele que estava sempre presente não importando qual a natureza do problema!
Ele, o Consolador, está conosco em qualquer situação.
Jesus estava dizendo aos seus discípulos: “Sim, há, um profundo e escuro vale no caminho, mas vocês chegarão ao topo da montanha mais reluzente, pois o Consolador estará com vocês!”.
