O Consolador
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que esteja convosco para sempre” (João 14:16).
O Pentecostes é comemorado 50 dias depois da Páscoa.
Uma festa da colheita, que celebra a provisão divina para a subsistência de Seu povo.
Deus soberanamente escolheu esse dia para inaugurar o ministério do Espírito Santo na igreja.
No contexto que antecede o Pentecostes, nós ouvimos dos lábios de Jesus, a promessa do Espírito Santo, a promessa de Deus em nós!
Essa promessa de Jesus está no contexto dos discursos de despedida que compreende os capítulos 14-16.
Especificamente no capítulo 14 Jesus promete:
A) Um lugar na casa de Seu Pai;
B) Promete voltar um dia;
C) A possibilidade de realizarem maiores obras;
D) A promessa de responder as orações;
E) A vinda do Espírito;
F) Paz perene.
Essas provisões são apresentadas em um momento de grande perturbação emocional para os discípulos de Jesus.
O ministério de Jesus tinha atingido o seu clímax, mas Ele tinha muita oposição dos líderes religiosos e políticos.
Eram dias de grande tensão para os seguidores de Jesus.
No capítulo 13 do Evangelho de João, Jesus denuncia que entre Seus discípulos havia um traidor, e, como se isso não fosse suficiente para tornar aquele momento ainda mais ácido, Ele ainda anuncia que os deixaria.
Mas, Jesus os confortou quando disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27).
Jesus não deixaria seus discípulos órfãos!
Jamais Jesus nos deixaria órfãos!
Ele nos deixou o Espírito Santo Consolador!
