Perdão como arma de defesa
“Perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6:12).
Em 2 Coríntios 2:10, Paulo diz “na presença de Cristo”.
Ele quer dizer que em sua vida Cristo é a sua testemunha.
Paulo está dizendo que ele entende a mensagem Daquele que ensinou, praticou o perdão, e explicou que recebemos perdão na proporção em que perdoamos.
Quando não perdoamos, sofremos um curto-circuito no nosso relacionamento uns com os outros e também com Deus.
Perdão na concepção de Paulo, em 2 Coríntios 2:10, tem a ver com garantir o bem-estar coletivo.
Paulo diz assim: “eu perdoei por causa de vós”.
Paulo está dizendo que perdão é importante por causa dos outros, daqueles com quem nos relacionamos.
Porque o perdão é o único mecanismo que preserva a unidade e traz alívio àquele que é o objeto do perdão e àquele que exerce o perdão.
A importância do perdão é evitar uma vantagem de Satanás.
Quando não perdoamos é como se Satanás triunfasse em um dado momento, como se ele obtivesse uma vitória parcial em determinadas áreas.
Um dos alvos de Satanás é criar discórdia.
Por esta razão, não perdoar é abrir terreno para a atuação de Satanás.
Em Efésios 4, versículos 26 e 27 encontramos: “irai-vos e não pequeis, não se ponha o sol sobre a vossa ira e não deis lugar ao diabo”.
